Descubra o significado dos principais termos do mercado financeiro e invista com mais conhecimento.
Representa a menor fração do capital social de uma empresa; ao adquiri-la, o investidor torna-se sócio do negócio.
Ações que dão direito a voto e Tag Along (proteção na venda de controle).
Ações que têm preferência nos dividendos, mas geralmente sem voto.
Indivíduo ou grupo que possui a maioria das ações com direito a voto, detendo o efetivo controle administrativo da companhia.
Aquele que possui uma parcela pequena das ações, insuficiente para exercer o controle da empresa individualmente.
Recibos de ações de empresas estrangeiras listadas e negociadas nas bolsas de valores dos Estados Unidos.
Associação que representa as instituições do mercado. Exerce papel de autorregulação e certificação de profissionais (CPA-10, CPA-20, CEA).
Estudo dos fundamentos da empresa (balanços, gestão) para encontrar seu valor intrínseco e investir no longo prazo.
Estudo dos gráficos de preços e volumes para identificar tendências e timing de operações de curto prazo.
Tudo aquilo que coloca dinheiro no seu bolso, como ações, títulos de renda fixa ou imóveis que geram renda.
Banco Central do Brasil. Autoridade monetária que executa a política monetária (controle da Selic), fiscaliza bancos e gere as reservas internacionais.
A bolsa de valores brasileira. Atua como ambiente de negociação e contraparte central, garantindo a liquidação e custódia das operações.
Certificados emitidos no Brasil que representam valores mobiliários de empresas com sede no exterior.
Mercado em tendência de baixa (pessimismo).
Ativo digital escasso e descentralizado, frequentemente utilizado como reserva de valor digital por sua resistência à censura e oferta limitada.
Tecnologia de "cadeia de blocos" que funciona como um registro digital imutável e criptografado para transações.
Ações de grandes empresas, líderes em seus setores e com valor de mercado superior a R$ 50 bilhões (Large Caps).
Mercado em tendência de alta (otimismo).
Estratégia de investimento focada no longo prazo, que consiste em comprar ações de boas empresas e mantê-las por muitos anos.
Companhia Brasileira de Liquidação e Custódia. Órgão responsável por guardar os ativos e processar a transferência de titularidade entre compradores e vendedores no Brasil.
Certificado de Depósito Bancário. Título de renda fixa emitido por bancos para captar recursos, funcionando como um empréstimo do investidor para a instituição. Tem garantia do FGC.
Certificado de Depósito Interbancário. Taxa de juros praticada em empréstimos de curtíssimo prazo entre bancos; costuma render 0,10% abaixo da taxa Selic e serve de benchmark para a renda fixa privada.
Indicador que mede o risco de crédito de um país, refletindo a probabilidade de calote na dívida pública.
Conselho Monetário Nacional. Órgão deliberativo máximo do sistema financeiro. Define a meta de inflação e as diretrizes gerais para o funcionamento do sistema.
Antecipação semestral do Imposto de Renda em determinados fundos de investimento (Renda Fixa, Multimercado, Cambial), reduzindo o número de cotas do investidor.
Comitê de Política Monetária. Órgão do Banco Central que se reúne a cada 45 dias para definir a meta da taxa Selic.
Instituição financeira que atua como intermediária na compra e venda de ativos entre o investidor e o mercado.
Certificados de Recebíveis do Agronegócio e Imobiliário. Títulos de renda fixa lastreados em recebíveis. São isentos de IR e não possuem garantia do FGC.
Comissão de Valores Mobiliários. Entidade governamental que regula e fiscaliza o mercado de capitais brasileiro para evitar fraudes e desenvolver o mercado.
Operação de compra e venda de ativos no mesmo dia, buscando lucrar com as oscilações de curto prazo do mercado.
Títulos de dívida emitidos por empresas (não financeiras) para captar recursos. As "Incentivadas" são isentas de IR.
Contratos que derivam seu valor de outro ativo. Usados para Proteção (Hedge) ou Especulação (Alavancagem).
Indicador que mede o rendimento de um ativo apenas com o pagamento de dividendos em relação ao preço da ação/cota.
Parte do lucro líquido de uma empresa distribuída aos seus acionistas de forma proporcional à quantidade de ações possuídas. Isentos de IR.
Fundo de investimento que replica o desempenho de um índice de mercado e é negociado na bolsa como se fosse uma ação.
Fundo Garantidor de Créditos. Entidade que protege depósitos e investimentos em certas instituições brasileiras (CDB, LCI, LCA) até o limite de R$ 250 mil por CPF e por instituição.
Fundo de Investimento Imobiliário. Permite investir em imóveis ou papéis imobiliários via bolsa. Isenção de IR nos dividendos para PF.
Nova oferta de ações realizada por uma empresa que já possui capital aberto na bolsa (pode ser oferta primária ou secundária).
Parcela das ações de uma empresa que circula livremente para negociação no mercado.
Práticas e regras que definem como uma empresa é administrada e fiscalizada, visando transparência, equidade, prestação de contas e responsabilidade corporativa.
Principal índice da bolsa brasileira. Carteira teórica das ações mais negociadas e representativas.
Índice de desempenho médio dos Fundos Imobiliários negociados na B3.
Índice Geral de Preços - Mercado (FGV). Muito usado em aluguéis. É fortemente impactado pelo câmbio (dólar) e preços no atacado.
Aumento generalizado de preços que resulta na diminuição do poder de compra da moeda. O IPCA (IBGE) é o índice oficial de inflação do Brasil.
Imposto sobre Operações Financeiras. Tributo federal que incide sobre diversas operações, incluindo câmbio e resgates de curto prazo na renda fixa.
Initial Public Offering (Oferta Pública Inicial). Momento em que uma empresa vende suas ações ao público pela primeira vez na bolsa.
Juros sobre Capital Próprio. Forma de distribuição de lucros contabilizada como despesa pela empresa. Para o investidor, há retenção de 15% de IR na fonte.
Sistema onde os juros incidem sobre o capital inicial acrescido dos juros acumulados de períodos anteriores ("juros sobre juros").
Letras de Crédito Imobiliário e do Agronegócio. Títulos emitidos por bancos para financiar esses setores. Isentos de IR para pessoa física.
Facilidade e rapidez com que um investidor consegue converter um ativo em dinheiro sem perda significativa de valor.
Atualização diária do preço de um ativo de renda fixa ou variável. Reflete quanto ele valeria se fosse vendido naquele dia com as taxas atuais de mercado.
Negociação de contratos para liquidação em data futura. Possui ajuste diário na conta.
Segmento máximo de governança corporativa da B3. Empresas listadas aqui só podem emitir ações ON e garantem 100% de Tag Along.
Direitos de compra (Call) ou venda (Put). Muito usados para proteção (Hedge) ou estratégias de alavancagem.
Indicador que mostra quantas vezes o lucro anual o investidor está pagando pelo preço atual da ação. Indica o tempo teórico de retorno do capital via lucro.
Preço sobre Valor Patrimonial. Indicador que relaciona o preço da ação/cota com o valor do patrimônio líquido da empresa/fundo.
Despesas, dívidas ou bens que retiram dinheiro do seu bolso (ex: financiamentos, impostos de bens parados).
Plano onde se pode deduzir aportes do IR (até 12% da renda bruta). Indicado para quem faz declaração completa. Imposto incide sobre o total resgatado.
Taxa de câmbio de referência calculada pelo Banco Central. Usada para liquidação de contratos futuros de dólar.
Investimentos onde as regras de remuneração (taxa, prazo, índice) são estabelecidas no momento da aplicação.
Modalidade onde a rentabilidade não é garantida e o valor do ativo oscila conforme o mercado (ex: ações, FIIs).
Ativo capaz de preservar o poder de compra ao longo do tempo contra a inflação e crises (ex: ouro, dólar, bitcoin).
Relações com Investidores. Departamento obrigatório em empresas de capital aberto para fornecer informações e transparência aos acionistas.
Retorno sobre o Patrimônio Líquido. Mede a eficiência de uma empresa em gerar lucro a partir do dinheiro dos acionistas.
Return on Investment (Retorno sobre Investimento). Métrica para avaliar a eficiência de um investimento.
Taxa básica de juros da economia brasileira definida pelo COPOM. Serve de referência para o custo do crédito e remuneração da renda fixa.
Empresas de menor capitalização na bolsa (geralmente market cap inferior a R$ 10 bilhões), com maior potencial de crescimento e risco e volatilidade.
Análise do perfil do investidor (Conservador, Moderado, Arrojado) obrigatória para recomendar produtos adequados.
Estratégia de investimento que mantém posições por dias ou semanas, buscando capturar tendências de curto e médio prazo.
Direito que protege minoritários em caso de venda do controle da empresa, garantindo-lhes o direito de vender suas ações por um preço próximo ao do controlador.
Percentual anual cobrado pelo fundo para remunerar gestão e administração.
Prêmio pago ao gestor quando a rentabilidade do fundo supera seu benchmark.
Programa do Tesouro Nacional que permite a pessoas físicas comprarem títulos públicos federais pela internet.
Título público híbrido que paga uma taxa fixa mais a variação da inflação (IPCA).
Título público com taxa de juros definida no momento da compra.
Título público pós-fixado indexado à Taxa Selic. Menor volatilidade do mercado.
Código de identificação das ações negociadas na bolsa, geralmente composto por 4 letras e um número (ex: VALE3, PETR4).
Taxa Referencial. Utilizada para corrigir a Poupança, FGTS e alguns financiamentos imobiliários.
Ativos compostos por mais de uma classe de valores mobiliários, como um pacote de ações ON e PN (final 11).
Mede a desocupação do imóvel (Física) ou a perda de receita potencial (Financeira).
Filosofia de investimento que busca comprar ações de boas empresas quando estas estão sendo negociadas abaixo do seu valor real (intrínseco).
Plano de previdência sem dedução fiscal na entrada. Imposto incide apenas sobre o lucro no resgate. Indicado para declaração simplificada.
Medida da variação do preço de um ativo ao longo do tempo. Indica o grau de risco.
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